domingo, 3 de fevereiro de 2013

O VASO DO OLEIRO



O VASO DO OLEIRO
Jeremias 18: 1-6

INTRODUÇÃO
O trabalho do oleiro com o barro é semelhante ao trabalho que o Senhor realiza na vida do homem. Deus é o Oleiro, o homem é o barro.

DESENVOLVIMENTO


O barro é colhido nos barrancos, e geralmente precisa ser preparado para ser usado para a obra. Da mesma forma o homem é retirado dos abismos deste mundo, vem cheio de impurezas e precisa passar pelo processo de purificação e pelo tratamento do Espírito Santo.

Este Processo tem a seguinte sequência:

      1. Escolha do barro – O barro que o oleiro escolhe para o seu trabalho tem que ter liga. Para servir na Obra do Senhor, a primeira coisa que o homem precisa entender é que precisa estar unido ao corpo (igreja) para poder entender a Obra do Espírito.

      1. Derramar a água sobre o barro – Para amolecer o barro e facilitar o seu trabalho, o oleiro adiciona água. Da mesma forma, Deus usa a sua Palavra para amolecer o coração duro do homem, de modo a poder tratá-lo e moldá-lo (Jo 15: 3).

      1. Amassa o barro – Esta fase do processo visa a retirada das impurezas, como pedras, gravetos, palha e outras coisas estranhas do interior do barro. As provações na vida do servo também têm a mesma função, que é a libertação das coisas que não agradam ao Senhor e a purificação do seu coração. Quando somos atribulados, as nossas dificuldades interiores são expostas e o Espírito Santo trata de removê-las da nossa vida.

      1. Dar forma – O oleiro usa suas mãos para dar forma ao barro, e Deus usa os Ministérios para trabalhar com o homem e transmitir a doutrina que vai molda-lo. Muitas vezes o pastor exorta, repreende e aconselha a ovelha, mas o objetivo do Senhor em permitir isso, é ajustar e moldar a sua vida na caminhada, segundo o padrão estabelecido na sua Palavra.

      1. Deixar no sol – Quando o vaso toma forma, o oleiro o coloca no sol para uma secagem inicial. Isso propicia a verificação do amadurecimento e se houver falhas no barro, as brechas aparecerão neste momento. Há uma fase na vida do servo em que o Senhor permite o surgimento de algumas provações, que servem para avaliar o seu grau de maturidade. Se ele tiver problemas na sua estrutura espiritual, isso vai ser exposto através de brechas na sua vida. Muitas vezes imaginamos que o vaso está pronto, mas quando é provado, surgem os problemas, e às vezes o vaso se quebra e precisa ser refeito.

      1. Levar ao forno – No forno o vaso é envolvido pelo fogo intenso e adquire a dureza necessária para ser usado em alguma obra. Esta fase final aponta para a experiência do Batismo com o Espírito Santo, pois aí o servo é revestido de poder e se torna apto para suportar as intempéries da caminhada e realizar a Obra do Senhor.

CONCLUSÃO


Se o vaso quebrar antes de secar, ainda pode ser recuperado. Depois de seco é mais difícil.
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Quão formosos são teus pés...


QUÃO FORMOSOS SÃO TEUS PÉS...

Cantares 7: 1a


“Quão formosos são teus pés postos em sandálias, ó filha do príncipe...”


INTRODUÇÃO


No tempo do Velho Testamento era comum a presença de escravos e escravas (servos e servas) nas casas das pessoas abastadas. Os escravos viviam para seus senhores, e realizavam os mais diversos tipos de trabalho. Muitos deles eram comprados nos mercados de escravos e outros já nasciam nas casas dos seus senhores nestas condições.
Os escravos ou servos, na sua maioria, viviam com os pés descalços, e isso era um sinal da sua condição. Somente as pessoas livres andavam calçadas. A pessoa que andava com os pés calçados, tinha nisso um sinal de sua condição de pessoa livre.
Naquela época os calçados usados pelas pessoas geralmente eram sandálias simples, fabricadas manualmente com o couro de animais que eram sacrificados com essa finalidade.

DESENVOLVIMENTO


No versículo acima, a Palavra revela a satisfação do Senhor Deus, quando contempla os pés da igreja fiel... O Senhor expressa sua alegria através da observação da formosura (e não beleza exterior) dos pés da igreja fiel “postos em sandálias”. Ali, naqueles pés calçados, está o sinal da liberdade da igreja fiel. Aquelas sandálias que foram feitas para aqueles pés, indicam que alguém teve que pagar com a sua própria vida, para que elas estivessem ali, como sinal de liberdade, nos pés daquela que um dia foi uma escrava sofrida e maltratada por um senhor cruel e violento, que buscava a sua infelicidade e morte.
A satisfação de Deus está em ver as sandálias ali, pois elas revelam a morte do Cordeiro de Deus, o Senhor Jesus, que deu sua preciosa vida para nos libertar do poder do pecado, do mundo e do inimigo, satisfazendo toda a justiça do Pai.
Antes de Jesus ser crucificado, todos nós vivíamos como escravos, descalços e sofrendo sob o domínio do pecado. Não sabíamos o que era liberdade, e achávamos que ser livres era servir ao pecado, às paixões e concupiscências da carne e do mundo. Nossos pés eram cheios de feridas causadas pelos espinhos e lutas desta vida, até que o Senhor Jesus veio e pagou o preço do nosso resgate. Na cruz Ele assumiu a nossa dívida e pela sua morte nos concedeu plena libertação da escravidão do pecado. Agora somos livres pela fé no nome de Jesus, de modo que a Palavra diz em Gálatas 5: 1: “Estai pois firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão”. Aleluia!
Não vivemos mais descalços, pois com a morte do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, a Verdade nos foi revelada, calçando nossos pés na preparação do Evangelho da paz (Efésios 6: 15) e nos iluminando o caminho, para que não tropecemos mais.

CONCLUSÃO

Agora, seguindo neste Caminho Maravilhoso que é Jesus, temos um sinal na nossa vida, que é a sua presença em nós. Por isso o profeta Isaías diz: “Quão suaves são sobre os montes os pés do que anuncia boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: o teu Deus reina!”.
A Obra que Jesus realizou por nós, nos deu a verdadeira liberdade (João 8: 36) e a condição de testemunhar para um mundo cheio de escravos descalços, que  Deus deseja libertar a todos de suas opressões, através da revelação do seu Filho amado, o Senhor Jesus, cuja vida foi sacrificada para nos dar liberdade e poder para caminhar na sua Palavra.
Quando Deus olha para a igreja, não a vê mais como uma escrava, mas como filha do Príncipe.


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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Três momentos proféticos da Igreja


ELIAS –ELISEU – GEAZI

(3 MOMENTOS DA IGREJA)

Quando estudamos a vida destes três homens, vemos características muito semelhantes à alguns períodos que a Igreja viveu ,até nossos dias.Vejamos estes paralelos:
ELIAS = IGREJA PRIMITIVA
Elias: em sua época foi o porta-voz de Deus.
Igreja: também foi porta-voz de Deus.
Muitos sinais e prodígios feitos por Elias.
“ E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos Apóstolos..” (At,5:12)
ELIAS teve INTIMIDADE COM O SOBRENATURAL: VENTO , FOGO, TERREMOTO, VOZ(I Reis19:11-12).
A IGREJA:
VENTO = “ ...como de um vento veemente e impetuoso...” At.2:2
FOGO = “ E foram vistas por eles línguas repartidas como que de fogo...” At.2:3
TERREMOTO = “E tendo orado,moveu-se o lugar em que estavam reunidos, e todos foram cheios do Espírito Santo...” At.4:31
“E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram...” At.16:26
VOZ = “E correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão...” At.2:6
“E o anjo do Senhor falou...” At.8:26
“E disse o Espírito a Filipe...” At.8: 29
“...E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues...” At.9
ELIAS foi responsável por quebrar o padrão de oração da época (rituais, liturgia),pois orou de forma fervorosa fazendo cair fogo do céu (I Reis 18:36-38).
A Igreja ficou no cenáculo 10 dias orando intensamente até serem batizados com o Espírito Santo.
ELIAS desejou ardentemente ser Arrebatado aos céus.
O maior desejo da Igreja Fiel é o Arrebatamento.
ELISEU = Pentecoste alcançando o Brasil
· Eliseu pede porção dobrada do Espírito Santo que estava sobre Elias (II Rs.2:9 ).
Dois homens cheios do Espírito Santo (porção dobrada) = Os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingrem tazem o Pentecoste para o Brasil.
· Eliseu começa seu ministério após atravessar o Jordão = Os dois suecos, após atravessarem o Atlântico.
· Eliseu é usado para abençoar duas mulheres (a Sunamita e a Viúva) = Assim também,os primeiros batizados com o Espírito Santo no Brasil, foram duas mulheres (Celina de Albuquerque e Nazaré de Albuquerque).
· Base missionária de Eliseu: GILGAL E BELÉM. Dos suecos: EUA E BELÉM DO PARÁ.
· Eliseu levanta uma ferramenta que estava caída para a obra (II Rs.6:5-7)= Assim também levantaram a Igreja brasileira,que estava caída no tradicionalismo,sem sinais do poder de Deus.
· GEAZI = IGREJA MODERNA (mas não a Igreja fiel, mas a infiel, já contaminada pelaApostasia)
Em Geazi havia mentirafalsidade corrupção. Havia ambição pelo materialFé como um negócio lucrativo= ganhar dinheiro. Usa o nome de Deus para se enriquecer.
Prova disso é que ele foi cobrar de Naamã a bênção de sua cura (II Rs.5:20-24).
· Toda vez que Geazi é citado só destaca pontos negativos:
- Apontando o problema da sunamita = não tem filho e o marido dela é velho.
- Colocando VENENO NA PANELA = É o alimento que o cristianismo moderno serve (veneno):Sal grosso,rosa ungida,sessão do descarrego,terapia do amor , regressão, lenço abençoado, água do rio Jordão, folhas e óleo do monte das Oliveiras,sabonete ungido, etc...
- Tentando tirar a sunamita dos pés do profeta (II Rs.4:27) = O cristianismo moderno ensina o mesmo: Você não precisa de uma vida de oração e comunhão com Deus!
Para o católico = Basta ir à missa aos domingos.
Para o evangélico = Basta comprar um objeto ungido, fazer a campanha “x”, ir ao homem da “oração forte” ao apóstolo “fulano de tal”.
Geazi recebe uma FUNÇÃO = Tocar o menino morto com o cajado do profeta (II Rs.4:29,31), mas não acontece nada para dar vida ao menino.
Não adianta FUNÇÃO, CARGOS,TÍTULOS , sem unção.O cristianismo moderno não tem oferecido uma vida espiritual de comunhão e intimidade com Deus, mas tem oferecido uma vida religiosa,cheia de misticismos e sem compromisso com Deus.
· A pesar de tudo Deus deu uma experiência à Geazi: ELE UM DIA TEVE UMA VISÃO (II Rs.6:17), quando Eliseu orou para que Deus abrisse seus olhos , onde ele teve a visão de um exército celestial.
Porque Deus não nega a Sua bênção ao homem. O grande problema é : O que o homem vai fazer com a benção?
Ou você vai usar a bênção para seus interesses pessoais,materiais e financeiros,findando aqui nasta terra.
Ou você vai usar a bênção para santificar, transformar sua vida , para viver uma vida eterna junto ao nosso Salvador.
Deus tem uma bênção para sua vida, mas o que você fará com a bênção de Deus? Amar, abraçar ou desprezar?
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A Igreja em perigo


A IGREJA EM PERIGO




Judas 4-6

QUAL É O PERIGO DA IGREJA?
Deve-se ter cuidado com aqueles que se introduzem no meio da Igreja somente para confundir, para causar dúvidas, para transformar a graça de Deus em dissolução, estão no meio da Igreja para contaminar o povo do Senhor com aquilo que eles trazem do mundo. Deve-se ter cuidado para não contaminar a Igreja e não voltar a certas atitudes do passado.

A IDENTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DO MAL:

“Porque se introduziram alguns, que já antes estavam escritos para este mesmo juízo, homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo.”
Podemos notar no versículo 4, Judas mostrando claramente um fato que é profundamente preocupante. O risco de contaminação da Igreja com as coisas do mundo através de pessoas que são simplesmente enviadas pelo adversário para dissolver o entendimento da Salvação com Jesus.
Judas diz que se introduziram alguns mostrando que já estão em nosso meio. É uma realidade. Montra também que não já dúvidas de que estas pessoas são de uma Obra que não é do Senhor, já estão sob um juízo de condenação por haverem escolhido este caminho e são levados pelo adversário para lutar contra a Igreja, contra a obra Salvadora de Jesus. São “homens ímpios”.
Na carta aos Gálatas, Paulo chama estas pessoas de falsos irmãos que se entremeteram secretamente para espiar a liberdade que a Igreja tem em Jesus. De maneira maravilhosa ele diz isso identificando aqueles que são o os que não são da Igreja Fiel, porque os que não são da Igreja só vem para espiar a liberdade que o povo de Deus tem, então eles não são libertos, pois não conheceram (no sentido de experimentar viver) a verdade que liberta (Jesus). Aqui então vemos que são enviados do mal que tiram ou tentam tirar a liberdade, a libertação que a Igreja tem para ir até Deus Pai.
Na segunda carta de Pedro, vemos outra característica daqueles que estão no meio do povo do Senhor embora não pertençam a ele. Pedro escreve que ele
 estão disfarçados de profetas e instrutores. Esses, encobertamente ensinam o povo a deixar de andar como o Senhor quer sem que ninguém perceba. É a introdução do espírito libertino que faz com que as pessoas andem como quiserem, desviando das mentes e corações a doutrina revelada da obra, fazendo com que as pessoas não consultem mais ao Senhor todas as coisas como antes faziam, fazendo com que haja o esquecimento da importância do clamor pelo Sangue de Jesus em todos os instantes, com que não haja mais um louvor liberto e revelado na alma para bendizer ao Senhor. Criam e semeiam contendas entre irmãos (o Senhor abomina isso), os instrumentistas não se respeitam nem se entendem mais, pessoas que antes foram levantadas para cuidar de grupos de louvor perdem o discernimento e começam a agir como se fossem donos da obra, diáconos que não aparecem mais nos cultos, pastores que não tem mais revelação, e diversas outras coisas. Mas Pedro já prediz o fim desses que produzem esses frutos, eles trazem sobre si mesmos repentina perdição, ou seja, é por isso que vemos alguns sendo tirados pelo Espírito Santo. De uma hora para outra, ou, aparentemente sem motivo, mas o Senhor sabe porque está tirando e vai continuar fazendo para limpar e preservar a identidade de Seu povo.

O PERIGO DA PERDA DA IDENTIDADE DE CORPO DE CRISTO:

Esses “homens ímpios”, convertem (mudam) o “favor” que o homem sem merecer havia recebido (graça - salvação) de Deus em dissolução, operando uma obra de perversão agastando o homem da revelação para tentar desmembrar ou descaracterizar o entendimento de Corpo de Cristo (a perda da identidade de Igreja Corpo de Cristo).
Há evidências nessas obras contrárias que se infiltram no meio da Igreja para que sejam identificadas. Uma delas é que essas próprias pessoas que tentam enganar, negam o Senhor com suas próprias atitudes, pois o Senhor Jesus que é Deus, único dominador, não domina sobre a vida deles. Eles não tem a direção do Espírito, não tem fé.

A INSISTÊNCIA PARA QUE NÃO CAIAMOS NAS CILADAS DO MAL:

“Mas quero lembrar-vos, como a quem já uma vez soube isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram;”
Judas faz aqui uma recordação insistindo com a Igreja para vigiar por causa da contaminação. Ele fala a respeito de quando o Senhor tirou o povo de Israel da terra do Egito operando com mão forte, ressaltando o livramento que Deus deu ao homem do cativeiro do pecado e do mundo, mas lembra àqueles que já sabem que quem não crer (quem não exercitar sua fé) nesse livramento e for após as obras do mal, não vai ficar em nosso meio, e muito mais do que isso, será destruído pelo Senhor, pois a Palavra da Verdade é justiça para os que crêem, mas é também juízo para os que não crerem.
Paulo escreve aos Coríntios, falando a respeito do povo que foi morto no deserto pelo castigo das “serpentes” (I Cor. 10:9).
No texto de Números 14:29-37, vemos duas situações. A primeira que Deus fala é a respeito daqueles que se deixaram levar pelas informações de alguns que foram espiar a terra e acharam difícil conquistá-la. A esses Deus disse que não entrariam na terra, mas morreriam no deserto. São os que se deixam levar pelas doutrinas loucas e pelas pessoas que já descrevemos, que inflamam o corpo com murmurações e gerando incredulidade, para esses não haverá salvação pois perderam o rumo e a visão da eternidade passando a ser murmuradores e caindo tendo sido seduzidos pelo pecado. Aos que geraram toda essa situação no meio da Igreja, já estão condenados pelas suas próprias contendas e dissoluções, pela sua má índole em proporcionar a queda de outros e por deixarem o adversário acovardá-los e usá-los.
Judas mostra a seriedade desse momento, falando o que aconteceu com os próprios anjos que deixaram o Senhor e qual é o juízo sobre eles (versículo 7).

A FUGA DO ESPÍRITO SANTO

A Igreja se encontra em grande perigo. Não há tempo para perdermos.
Quando as pessoas deixam de ouvir o Senhor e seguir o caminho da verdade, então não tem fé, não são dirigidos pelo Espírito Santo, se deixam levar por pessoas, por conceitos, por ocasiões, por murmurações e várias outras coisas que só afastam o homem de Deus. Quando isto acontece, e se a Igreja não vigiasse, o que aconteceria seria a fuga do Espírito Santo, pois a obra deixaria de ser do Espírito passando a ser uma religião. Mas há um povo orando, há uma igreja que é Fiel e não aceira esta situação que é proposta pelo adversário, a obra é do Espírito e não vai ser afetada. Deus tem se revelado a um povo que não se intimida com situações adversas.
Não há mais tempo para outra obra ser levantada. Esta é a Obra que é do Espírito Santo e ela não será envergonhada pois há um povo que é fiel e está constantemente aos pés do Senhor.
Não podemos voltar ao passado, as atitudes do passado. Temos que orientar os nossos jovens e adolescentes, observar seus atos, suas conversas, livrá-los desse perigo que está rondando para tragar os fiéis, não se deve deixar nem que eles falem de seu passado no mundo.


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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Vinheta Satélite Maranata

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A importância da família



A importância da família



A família constituída por Deus

A família é uma benção especial do Senhor para a vida do homem. Em Êxodo 1:21 vemos que por causa do temor das parteiras que salvaram da morte os filhos dos hebreus, Sifrá e Puá, Deus lhes deu uma benção, uma recompensa muito especial. Descubra qual foi esta recompensa?

Porque as parteiras temeram a Deus, Ele lhes constituiu família. 
Mas antes de falar da família, é mister fixar alguns parâmetros e tecer alguns comentários que nos ajudam a entender a finalidade da família, sua formação, seu aspecto profético e
pedagógico na salvação do homem.
A Bíblia diz que a sabedoria do homem é totalmente nula porque Deus “apanha os sábios” em sua própria astúcia ( I Coríntios 13:19). As respostas prontas e elaboradas pela razão humana não consideram o fator “Deus”, ou seja, não consideram que Deus criou o homem.
O homem gasta um tempo enorme, uma energia mental incalculável, pesquisas trabalhosas e extensas, escreve tratados e mais tratados psicológicos, sociológicos, médicos e filosóficos, tentando entender a causa dos males que atingem o âmago de sua existência. Mas esquece de que a resposta de Deus sempre esteve muito perto e acessível, contudo significava para os “sábios” deste mundo uma loucura, exatamente porque, para eles, a cruz de Cristo é uma resposta insana e fantasiosa.
A salvação do homem
Em Romanos, capítulo 10, o apóstolo Paulo fala sobre a salvação do homem que pode ser entendida, em última análise, como resolução de todos os seus problemas e não apenas como redenção da sua alma. Observe-se que ali diz que a palavra da salvação, isto é, a proposição divina para a resolução dos problemas da humanidade, estava muito perto do homem, mais especificamente, na sua boca e no seu coração (Romanos 10:8). Ou seja, bastava uma pequena palavra de fé, a profissão de um credo fundamental, uma confissão apenas: que o homem é pecador e que Cristo morreu para nos salvar.

A natureza decaída do homem é um dado que não pode ser deixado de lado na avaliação das grandes angústias humanas e dos seus efeitos danosos. Qualquer proposição moral, ética, filosófica, pedagógica ou clínica que passe longe deste tal fato ou que o despreze deliberadamente, pode até ser muito eloquente, muito atraente, permeada de uma lógica aparentemente irretocável, mas não passa de cortina de fumaça e de nenhum valor prática na resolução efetiva dos problemas humanos.

Uma sociedade doente
A sociedade moderna está terrivelmente doente e a origem primeira e mais remota desta enfermidade, sem dúvida, é o pecado. Uma das primeiras estruturas a ser atingida pela rebelião do homem foi a família porque o homem não hesitou em atribuir culpa à companheira que Deus lhe dera, como se estivesse a dizer indiretamente que a culpa era do próprio Deus.
A mulher, por sua vez, jogou a culpa na serpente e assim ambos, homem e mulher, se recusaram a admitir explicitamente que desobedeceram de forma deliberada a ordem prévia do Senhor, estabelecendo aí o primeiro germe da discórdia e da confusão reinante desde então. Veja, pois, que o primeiro pecado foi gerado dentro de uma família.
Com efeito, hoje em dia, poucos são os que diante dos problemas familiares tem o bom senso e a sabedoria de admitir que errou. Pais não admitem que erraram na criação de seus filhos. Filhos não admitem que faltaram com a obediência e respeito aos pais.

Uma das primeiras consequências do pecado foi: “o desejo da mulher será para o teu marido e ele te governará” (Gênesis 3:16). Ninguém, atualmente, contesta que a mulher moderna tem abocanhado uma boa fatia do mercado de trabalho e que a competição entre os sexos quanto à competência, inteligência, produtividade etc. já perdeu o sentido porque a mulher tem demonstrado ser tão ou mais capaz que o homem em qualquer área. Mas há um dado significativo da realidade que precisa ser lembrado: a mulher tem pago um altíssimo preço nesta sua busca por independência financeira e social.
A depressão é uma das doenças psicossomáticas mais comuns do século e tem atingido mulheres de todas as idades. A síndrome do pânico deixou de ser uma enfermidade desconhecida, tornando-se já corriqueira em mulheres das classes A, B ou C em pequenos, médios ou grandes centros urbanos. O estresse feminino também é muito comum, acompanhado de sintomas de baixa-estima, inapetência sexual, desinteresse pela vida, desânimo, reações corporais difusas etc.
Prova disso é que a maioria daqueles que buscam socorro espiritual em igrejas são justamente as mulheres. É grande o número de mulheres que buscam as famosas sessões de descarrego, de cura, de campanhas de vitórias etc.
Deus disse que o desejo da mulher seria para o teu marido e que este a governaria. A mulher moderna tem ojeriza ao ouvir dizer que deve ser submissa ao marido e zomba da Palavra de Deus ao ler I Pedro 3:1 ou Colossenses 3:18. Mas as consequências da desobediência à Palavra de Deus são estes males que a mulher moderna está colhendo: multiplicação de enfermidades psicossomáticas, insatisfação e pensamentos de morte porque a sua estrutura psíquica e física não foi criada para suportar tamanha pressão.

Consequências da desobediência
Reflexamente, o homem tem acusado também as consequências da desobediência da mulher porque muitos se sentem inferiorizados e diminuídos. Alguns abdicaram do papel heterossexual e em alguns casos homens trocaram com as esposas o papel masculino e feminino na educação e formação psicológica dos filhos, invertendo-os, resultando em graves distúrbios psicológicos para aqueles.

Outra consequência funesta: Caim teve inveja de Abel, seu irmão, porque este entendeu a revelação retratada no ato simbólico e profético da morte do cordeiro. As relações, sejam entre seres humanos ou entre nações, são sempre baseadas em interesses de parte à parte e, se às vezes parecer haver algum período prolongado de altruísmo, companheirismo e solidariedade, basta surgir algum interesse mesquinho para que homens e nações acabem em escaramuças e guerras.
A triste história destes dois irmãos prenunciava uma constante dissensão no meio familiar. Jesus, no sermão profético disse que nos últimos dias pais entregariam a seus filhos na grande tribulação e vice-versa. Também disse que os cristãos seriam perseguidos dentro de suas próprias casas.
Sem pesquisar a origem da família, sua função, sua finalidade, quem a criou, como a criou, não há como entender integralmente o projeto de Deus para o homem, a benção da salvação e redenção universal em Cristo Jesus. Pela lente da família é que podemos entender melhor como Deus idealizou um plano maravilhoso e cauteloso e o está colocando em prática desde o início. Tudo na criação e formação da família tem um fundo profético admirável que nos ensina sobre a nossa salvação.
Não é, pois, exagero dizer que o plano da salvação passa necessariamente pelo viés da família. O homem veio ao mundo para formar uma família. O pecado atingiu profundamente a primeira família. A nação de Israel teve origem por meio de uma família e a Abraão foi dito que todas as famílias da terra seriam nele abençoadas. Jesus veio ao mundo no seio de uma família. Josué disse que ele e sua família serviriam ao Senhor. O carcereiro de Filipos foi salvo e batizado juntamente com sua família. A proposta de vida ou morte, benção ou maldição feita por Deus no deserto ao povo de Israel (Deut: 30:19) foi feita a ”ti e a tua descendência”.
A família criada por Deus
Deus idealizou a família ao criar homem e mulher e ao determinar a ambos: “sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a“ (Gen. 1:28). Não haveria como homem e mulher povoar o mundo e sujeitar o restante da criação sem que concorressem ambos de forma harmoniosa para se autorotegerem, se autossustentarem, autoconsolarem e autossubsistirem. Isto deixa bem claro que homem e mulher não foram criados simplesmente para encher a terra de filhos, sem qualquer cuidado com a união em si.
Os animais vivem assim: procriam exclusivamente como forma de perpetuação da espécie, mas a união do homem e mulher tem uma função muito mais abrangente, complexa e cheia de significados proféticos.
A mulher foi criada porque Deus viu que o homem estava só e isto não era bom. Todos os demais atos da criação foram contemplados com a expressão “e viu Deus que isso era bom”. Quando Deus criou o homem viu que este estava só e certamente isto não era bom aos seus olhos.
Isto não quer dizer que esta criação de Deus era imperfeita (porque tudo que Deus faz é bom e perfeito). Significa que este detalhe (que não era bom o homem estar só) foi idealizado porque era profético, isto é, contém um significado que edifica, ensina , exorta e aponta para uma figura real do que ocorre em uma dimensão espiritual superior e mais abrangente.
Da mesma forma, quando Jesus curou o cego de Betsaida (Marcos 8:24) e este voltou não vendo muito bem (porque via homens como árvores que andam), isto não quis significar que Jesus efetuou uma cura sem poder ou imperfeita, mas sim que ali continha um ensinamento que a palavra revelada nos traz nos dias de hoje.
Voltando ao detalhe acima indicado, é bom lembrar que a obra da criação não havia ainda terminado e da mesma forma a obra de redenção que Deus quer realizar também não está ainda terminada. Então, como numa história cíclica, recorrente, como num padrão, vemos um paralelo maravilhoso entre a obra da criação do homem e da mulher e das bodas do Cordeiro e sua noiva. A obra da redenção somente estará acabada quando a Igreja for tomada do lado de Jesus.
A igreja teve início quando o lado de Jesus foi transpassado e dali jorraram água e sangue. , significando que a benção do Espírito Santo e o poder do seu sangue estavam agora liberados para permitir o surgimento da igreja. Por isso dizemos que a obra da redenção somente chegará ao fim quando a Igreja fiel for “tomada” do lado de Jesus.
A realidade espiritual e a criação
Enquanto o homem dormia, Deus tirou uma costela sua e criou a mulher, apresentando-a posteriormente ao homem. Da mesma forma, desde a ascensão de Jesus aos céus, uma Igreja está sendo “formada”, “preparada” para ser apresentada a Ele no arrebatamento. Assim como o homem estava dormindo, descansando no Senhor, assim também Jesus está agora à destra de Deus descansando junto ao Pai e aguardando o momento de receber sua noiva adornada.
A mulher foi tirada da costela do homem porque foi projetada para estar sempre ao lado do homem, sendo consultada em todas as decisões importantes que o homem tem que tomar. Também foi tirada da costela do homem porque deve sempre estar perto do centro dos afetos do homem: o coração. A mulher sábia conhece o seu marido e sabe interpretar seus afetos, desejos e angústias.
A mulher foi criada da costela, osso que fica num lugar seguro no corpo humano, protegido pelos braços. É para isso a mulher foi feita: para estar debaixo do braço do homem, para ser protegida. Por mais independente que a mulher moderna queira ser, há uma necessidade física e psicológica de proteção e aconchego.
E, por fim, ela é carne de sua carne e sangue do seu sangue porque deve ser respeitada e amada pelo homem como este cuida do seu próprio corpo. O apóstolo Paulo utilizou esta figura de linguagem para dizer que o marido deve amar sua esposa: “Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo” (Efésios 5:28). Quem ama a esposa a si mesmo se ama.
Ora, a igreja fiel anda sempre ao lado de Jesus. A Igreja Fiel, tal como o apóstolo João, reclina-se sobre o peito de Jesus e quer ouvir o pulsar do seu coração, o centro de seus afetos, suas orientações, as profecias etc. A Igreja neste mundo passa por aflições e é perseguida, mas se sente confortavelmente protegida pelos braços de Jesus. Por fim, tal como os de Judá disseram a Davi que o “rei é nosso parente” (II Samuel 19:42), assim a Igreja Fiel tem um laço de parentesco com Jesus que é indissolúvel.
A desestrutura na família
É interessante notar o paralelo que há entre a realidade espiritual e a material na Criação. Fomos feitos imagem e semelhança de Deus e, assim, também a família foi idealizada para refletir a imagem e semelhança da harmonia que há entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Refletindo a desestrutura na família e a inversão dos papéis no seu interior, há igrejas que supervalorizam a obra do Pai, outros a obra do Filho e outros a obra do Espírito Santo. Há igrejas onde os adeptos parecem “ordenar” a Deus Pai que satisfaça os seus desejos, sejam eles quais forem, até mesmo os mais mesquinhos e escusos. Há também aqueles que inseriram a mãe de Deus na trindade, criando um “quarteto fantástico”, coisa que a Bíblia não autoriza: esta ordena ao Filho Jesus, que a obedece.

A família de hoje e sua crise reflete também toda a desordem que se estabeleceu quando da entrada do pecado no mundo. O lado positivo do paralelo é que podemos verificar na Bíblia a forma como a família foi originalmente idealizada, o papel de cada um na sua dinâmica interior, por meio dos antítipos registrados na história e aplicar os princípios que Deus havia estabelecido para ela.
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" Eis que Estou a Porta e BATO"




Apocalipse 3:20

EIS QUE ESTOU À PORTA E BATO

INTRODUÇÃO - O livro de Apocalipse foi escrito por João, apóstolo de Jesus. Ele estava acostumado com um Jesus diferente do que agora estava vendo. Estava acostumado com o Jesus “homem”, e agora, quando ele tem a visão de Jesus glorificado, assim como Ele é, começa então a ter a experiência da revelação de Jesus como o Senhor Todo Poderoso.

O MOMENTO É DE ESPERA. “A VOLTA DE JESUS”:

“Eis que estou à porta...”
Nós estamos vivendo um momento especial que o mundo não pode ver. O momento em que todas as coisas estão seguindo para um desfecho culminante de um fato maravilhoso: A volta de Jesus! O momento é de grande expectativa, mas sobretudo de espera. Mas espera em que? Ou em quem? A espera é do cumprimento das profecias do Velho Testamento e do Novo, mais especificamente o desfecho de tudo que está escrito no livro de Apocalipse que aponta para a figura do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e continua santificando um povo para a eternidade com Ele. Como este livro sempre diz: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as Igrejas”. A volta de Jesus é patente e
vigente para a Igreja Fiel. Não já mais no que esperarmos, senão na volta de nosso Salvador. Pôr isso dizemos que o mundo não pode perceber este momento, pois o mesmo Jesus que João vê quando está para escrever o livro de Apocalipse, disse quando ainda estava aqui como homem em Seu ministério terreno: “Um pouco e o mundo não me verá mais, mas Eu vivo e vós me vereis”, ou seja, o mundo nunca mais vai ver o Senhor, não vai ter a experiência da revelação de Jesus como a Igreja dos últimos dias tem tido todos os dias, não verá os sinais, não ouvirá Sua voz, mas a Igreja enxerga o Senhor porque como Jesus ela não é deste mundo (“...eles não são do mundo, como do mundo Eu não Seu”). A Igreja Fiel vive o momento da volta de Jesus 24 horas por dia, porque Ele vive este mesmo momento dentro dela.

OS SINAIS SÃO PATENTES. O BATER DA PORTA:

“Eis que estou à porta, e bato...”
O momento da volta de Jesus é conferido e apontado por “sinais”. Por isso o texto dia: “Eis que estou à porta” (o momento da volta, “...o noivo está às portas.”), “e bato...” (são os sinais que apontam a volta de Jesus). Não somente os sinais que a natureza já ouviu e obedeceu, as três trombetas que anunciaram o desaparecimento de terça parte do “verde” da terra, da terça parte das criaturas viventes do mar, as águas amargas mostrando tudo isso que estamos vendo com a poluição dos rios e mares, a abertura das escrituras para o mundo (tradução da Bíblia para o Alemão por Martinho Lutero), a reforma protestante, etc., mas também os sinais espirituais que só a Igreja Fiel está vendo. Que sinais são estes? Jesus disse assim: “Os sinais seguirão aos que crêem”.
Há uma Obra de sinais sendo realizada. Quando falamos sinais, não dizemos apenas de curas, milagres e maravilhas, mas de uma operação no interior do homem fazendo com que aconteça nele o maior sinal que Deus pode operar no homem que é a Salvação e o entendimento do último momento, que é o da volta de Jesus. Os sinais físicos ou milagrosos são conseqüência da bênção da salvação da alma do homem e da vontade de Deus em operar.
Os sinais desta última hora para a Igreja são bem diferentes de tudo o que o mundo está vivendo. O culto profético é um sinal desta última hora que deixa claro o momento em que estamos vivendo. A doutrina revelada, o clamor pelo Sangue de Jesus, o atender das convocações que o Espírito Santo tem feito, seja nas buscas pela madrugada, ao meio dia, nos cultos a noite, seja num jejum, na meditação da Palavra e na consulta à mesma, no entendimento de corpo de Cristo; há um povo que tem ouvido o bater da porta que são os sinais de que a volta de Jesus está muito próxima. Cada batida na porta é um grito do Espírito (“E o Espírito e a esposa dizem: Vem.”) É o bater, são os sinais que tem sido dados e um povo tem ouvido pois eis que Jesus está “às portas”.

QUEM ESTÁ OUVINDO E QUEM PODE OUVIR O BATER DA PORTA:

“...se alguém ouvir a minha voz,”
Neste último instante da Igreja Fiel aqui neste mundo, o Espírito Santo de Deus faz um clamor aconselhando o homem para que esteja a par dos acontecimentos proféticos, mas Ele não obriga a ninguém. O homem vem, Deus fala a respeito de sua vida, dá uma bênção, faz com que o homem conheça Seus mistérios, o faz ouvir Sua voz, mas não obriga ninguém a ficar. O que há é o conselho do Senhor (“Este é o Caminho, andai por Ele”).
A Igreja Fiel não vive de ideais religiosos, não se envolve com assuntos que não sejam espirituais. Ela tem ouvido a voz do Espírito que “bate e clama” dentro dela (“...E quem ouve diga: Vem.”). Quem quiser ouvir a voz do Senhor, ouça o batido da porta, veja os sinais que estão patentes. A voz D’Ele é mansa, suave, mas penetrante.
É como aquela mensagem: ‘Onde está o Cordeiro?’. O Cordeiro está no meio daqueles que ouvem Sua voz. A “religião” não pode dar ouvidos a voz dos sinais que cada vez mais clamam e mostram a volta do Cordeiro, pois está com seus ouvidos tapados para a revelação, preocupados com suas tradições, seus movimentos, não tem entendimento de corpo de Cristo, faltam a doutrina revelada e a disciplina do Espírito, estão sempre se apoiando em “fragmentos” da Palavra.
A voz do Espírito não pode ser ouvida com gritarias, grandes ajuntamentos ou coisas parecidas, mas pela fé, crendo que Deus pode penetrar em seu íntimo, com mansidão, muitas vezes sem que ninguém saiba, transformando seu interior, passando a clamar dentro dele o grito do “Vem” saciando a sede da alma do homem (“E quem tem sede, venha. E quem quiser tome de graça da água da vida.”).

A POSIÇÃO DAQUELES QUE OUVEM O BATER DO ESPÍRITO:

“...e abrir a porta,”
O Espírito Santo tem falado e muitos tem ouvido, mas poucos são os que põem em prática o que ouvem. É apresentado um novo e vivo caminho (“este é o Caminho...”), mas andar nele não é fácil, porém o conselho é dado (“...andai por Ele.”).
A posição de quem ouve a voz dos sinais do Espírito é “abrir a porta”, ou seja, por em prática o que ouve. Antes apenas ouvimos a voz do Senhor, sentimos e vemos Seus sinais, agora tomamos uma posição e abrimos a porta, entendemos definitivamente o plano profético de Deus para nós e pelos olhos da fé, vemos o Senhor Jesus tendo a experiência de João, a revelação de Jesus em nós. Vemos que Ele está para vir a qualquer instante, está à porta.
É a experiência de Paulo (“Eu não mais vivo, Cristo vive em mim”), é uma nova forma de vida. Paulo se levantou quando no caminho viu a luz e disse: “Senhor, que queres que faça?” , ou seja, Saulo morreu e Paulo ressuscitou porque houve uma tomada de posição, ele havia ouvido a voz e agora se coloca à disposição do Senhor para colocar Sua palavra em prática.
Não basta simplesmente conhecer o caminho, mas é preciso andar nele, não vasta conhecer que Jesus vai voltar, ouvir o batido da porta, ver os sinais, e depois sair, pois não estaremos com Ele quando Ele voltar. É necessário por em prática o que temos visto e ouvido todos os dias. É também a experiência dos discípulos quando foram presos por estarem pregando em Jesus a Salvação e quiseram proibi-los de fazer isso; então veio a resposta, o colocar em prática (“...não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido”).
Não se pode ter vergonha deste evangelho que nada tem a ver com o evangelho falido da religião, mas sim, é o evangelho dos sinais desta última hora, o mesmo pregado pelo Igreja primitiva, porque é a mesma obra, a mesma Igreja que tem ouvido e cumprido a Palavra do Senhor.

A DIREÇÃO DA VIDA DO HOMEM PASSA A SER DO SENHOR:

“...entrarei em sua casa,”
Quando o homem ouve a voz do Senhor e dá liberdade (abre a porta) ao Espírito Santo para Ele operar, então o Senhor entra na casa (vida) dele e toma conta de tudo a partir deste momento. O homem passa a caminhar pela fé (direção do Espírito), e tudo em sua vida é o Senhor quem resolve, cuida da casa. É como a parábola da dracma perdida: - O Espírito Santo varre a casa (vida do homem) colocando-o num processo de santificação porque aquilo que é de valor (salvação) não se pode deixar perder. O homem conheceu o caminho, está andando por ele, agora o Espírito do Senhor o conduz a eternidade por Jesus.

A VISITAÇÃO DO ESPÍRITO NOS QUE SÃO DIRIGIDOS POR ELE:

“...e com ele cearei,”
Agora o homem está num corpo, andando por um novo e vivo caminho, é dirigido pelo Espírito Santo, está morto para o mundo e Cristo vivo nele, está integrado no processo da Salvação e numa constante santificação, então é o momento da “ceia do Senhor” conosco ainda aqui. É, além do entendimento profundo do “pão e do vinho”, a oportunidade de participar das bênçãos do Espírito, ter a mesma experiência da Igreja primitiva (“...e tinham tudo em comum,”).
A visitação do Espírito é constante e plena, sem medida. São os dons derramados e manifestos no corpo de Cristo, o batismo com Espírito Santo, a alegria da Salvação e, muito importante, o Senhor nos ensinando e nos levando a viver a eternidade ainda aqui, ou seja, não vivemos no tempo do homem segundo a razão, mas no tempo de Deus que é eterno segundo a experiência de João pela revelação de Jesus Cristo. É também, a preparação para o fim da jornada rumo a eternidade. O Senhor está à porta e constantemente batendo, insistindo e mostrando os sinais. “Eis que estou à porta, e bato”.

O DESFECHO DE TUDO. “A ETERNIDADE COM DEUS”:

“...e ele comigo.”
Agora é o desfecho que todos nós esperamos. Antes era o Senhor ceiando conosco ainda aqui, agora somos nós ceiando com Ele lá na eternidade. Era Ele aqui e nós vivendo Seu tempo, Sua eternidade (aprendizado), agora a Igreja já arrebatada, na cidade celestial participando da grande ceia, as bodas do Cordeiro. Por isso o Espírito do Senhor clama constantemente: “Eis que estou a porta, e bato”, o momento é patente aos olhos de quem quiser ver (“...e quem quiser, tome de graça da água da vida.”). “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as Igrejas”.
Os sinais estão aí, a voz do Espírito que clama com gemidos inexprimíveis está sendo lançada porque o momento é sério, pois é a volta de Jesus para buscar a sua noiva amada, a Igreja Fiel.

“EIS QUE ESTOU À PORTA, E BATO”.

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